Taxa de retirada
A regra dos 4% funciona no Brasil?
Entenda a regra dos 4%, compare taxas de retirada e teste inflação, prazo e composição da carteira no contexto brasileiro.
Testar na calculadoraO que a regra diz
Quatro por cento é uma retirada inicial, não um rendimento prometido
A regra clássica parte de uma retirada no primeiro ano equivalente a 4% do patrimônio e ajusta o valor monetário das retiradas seguintes pela inflação. Ela não afirma que a carteira renderá 4% todo ano nem elimina o risco de esgotamento.
Pesquisas de retirada usam carteiras, períodos e hipóteses específicos. Aplicar o mesmo número ao Brasil exige testar inflação, tributação, moeda, custos, prazo e a composição efetiva dos investimentos.
Sensibilidade
Pequenas mudanças na taxa alteram bastante a meta
O exemplo considera um custo de R$ 5.000 mensais, ou R$ 60.000 anuais.
| Taxa | Múltiplo do custo anual | Patrimônio-alvo |
|---|---|---|
| 4% | 25,0 vezes | R$ 1.500.000 |
| 3,9% | 25,6 vezes | R$ 1.538.462 |
| 3,5% | 28,6 vezes | R$ 1.714.286 |
| 3% | 33,3 vezes | R$ 2.000.000 |
Aplicação responsável
Como usar a regra no contexto brasileiro
- Trabalhe em valores reais e deixe a inflação futura explícita.
- Considere impostos e custos que não estejam incluídos na projeção.
- Teste horizontes diferentes; 20, 30 e 40 anos não são o mesmo problema.
- Separe renda distribuída de retorno total para evitar dupla contagem.
- Mantenha margem para despesas extraordinárias e mudanças no padrão de vida.
A trajetória central da CalculadoraIF não modela volatilidade nem risco de sequência. Ela serve para comparar premissas; não transforma uma taxa de retirada em probabilidade de sucesso.
Pesquisa e dados
Referências para aprofundar
Transforme as premissas em um cenário completo
A CalculadoraIF mantém taxas, fontes e limitações visíveis durante toda a projeção.
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